Em entrevista ao site Consultor Jurídico (Conjur), o deputado nega a existência do mensalão e alega que o que houve foi “financiamento irregular de campanha” do PT e seus aliados. E, no seu entender, o processo no qual é réu é uma questão para o Código Eleitoral, enquanto o esquema envolvendo o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e parlamentares, como o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), se enquadra no Código Penal.
Para o parlamentar, os dois casos podem ser resumidos da seguinte maneira: “É o paradigma da lei: do Código Eleitoral para o Código Penal”. Segundo ele, o erro cometido – e corrigido – pela direção do PT no episódio denominado de mensalão foi, fundamentalmente, um erro político já admitido pelo PT por conta do sistema de financiamento de campanha que existe no Brasil. “O erro político foi utilizar recursos não contabilizados, ou ”caixa dois”, para fazer campanha eleitoral ou preparação de processos eleitorais”, justificou João Paulo Cunha.
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